- Gigante, não te importas de nos ir buscar água fresquinha ao rio - respondendo com um sorriso de orelha a orelha o grande Barba Ruiva lá foi, dando assim tempo aos gnomos para lhe prepararem, na gruta dos Abetos, uma grande festa.
Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012
O Gigante procura casa
- Gigante, não te importas de nos ir buscar água fresquinha ao rio - respondendo com um sorriso de orelha a orelha o grande Barba Ruiva lá foi, dando assim tempo aos gnomos para lhe prepararem, na gruta dos Abetos, uma grande festa.
Sexta-feira, 22 de Julho de 2011
Amigos improváveis

Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
Fogo de artifício

Quarta-feira, 6 de Abril de 2011
É bom ser verde!

O céu deixara de ser azul e por vezes cinzento, para se tornar num rosa quente que mais parecia um algodão doce delicioso.
Do Inverno restavam algumas nuvens verdes que amavelmente iam saciando todas as flores e vegetais do Reino, mantendo-os frescos e nutritivos.
A Natureza estava em festa e com ela todos os Ratinhos queriam festejar!
No jardim da Margarida existiam muitas flores, mas havia uma especial, com pétalas grandes, de um violeta intenso e um olho tão branco, que mesmo nas noites mais escuras, servia de guia à Margarida como se de uma grande estrela se tratasse, plantada no seu jardim.
Autores: meninos "Sala Bicos de Pés"
Tela " Jardim Rosa" | Susana Lemos 2006
Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011
Diferentes mas iguais

Num país muito distante, a Pintalândia, existiam cinco cidades com o nome de diferentes cores, o que fazia dele o país mais colorido do mundo e também o mais engraçado pois os habitantes tinham a pele da cor da sua cidade.
Assim, existia a cidade Brancalândia onde morava uma menina, de nome Clara, que tinha a pele muito branca, tão branca como a neve e os pássaros. Existia, a Azulândia onde vivia um menino, chamado Luís, que tinha a pele azul, tão azul como o céu e o mar. Existia, também, uma cidade chamada Cor-de-Rosalândia, onde morava uma menina de nome Alice, que era cor-de-rosa, tão cor-de-rosa como as flores e as borboletas. Já na Verdelândia, existia um menino, de nome Manuel, que era tão verde como a relva e as lagartixas. Por fim, existia a cidade Amarelândia onde existia um menino, o António, tão amarelo como o sol e as bananas.
Nestas cinco cidades apenas se conhecia a cor respectiva ao seu nome, ou seja, na Brancalândia apenas conheciam o branco, na Azulândia apenas o azul, na Cor-de-Rosalândia apenas o cor-de-rosa, na Verdelândia apenas o verde e na Amarelândia apenas o amarelo. Desta forma, tudo era da cor do nome naquela cidade, desde as casas, aos carros, aos livros, aos lápis. E eram estes últimos, os lápis, que entristeciam as crianças pois os seus desenhos estavam cada vez mais monótonos e pouco coloridos pois apenas tinham uma cor para pintar.
Todos os meninos, a Clara, o Luís, a Alice, o Manuel e o António, queriam pintar com outras cores, mas nas suas cidades não era permitido então tinhas dois problemas: “Onde pintar? E onde arranjar outras cores?”.Num dia de sol, por acaso, aquelas cinco crianças encontraram-se no parque, que unia as cinco cidades, o Unilândia. O parque era tão verde por causa da relva, cor-de-rosa por causa das flores, azul por causa do lindo céu que o sobrepunha, branco pelos pássaros que o sobrevoavam e amarelo pelos raios de sol que passavam pelas folhas das árvores.
As crianças sabiam que não podiam falar uns com os outros pois eram de cores diferentes mas o desejo e a vontade de pintarem com outras cores era maior do que qualquer regra imposta. Assim, decidiram sentar-se. Um branco, um verde, um azul, um cor-de-rosa e um amarelo observaram a beleza do parque e naquele ambiente maravilhoso, as cinco crianças tiveram a ideais de pintarem todas juntas, de forma a conseguirem um desenho de várias cores, mais alegre e colorido do que os de cada um deles.
Aquele parque, era onde se encontravam quando estavam tristes pois saberiam que os diferentes amigos teriam diferentes formas de os animar e poderiam passar um dia feliz a pintar.
Foi assim, a partir daquele dia, que aquelas crianças perceberam que não importava o quão diferentes eram pois, no fundo, estavam unidas pelo desejo de pintar e nisso eram todas iguais.
Pintura: Trabalho colectivo dos meninos e meninas da sala "Bicos de Pés" (2-3 anos)
Texto: Ana Catarina Oliveira (Educadora)
Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011
O Duende Sonhador

Era uma vez um duendezinho que vivia num bosque encantado cheio de cores, texturas e aromas perfeitos.
Apesar de semelhante, o Soneca, era bem diferente dos restantes duendes que partilhavam o seu habitat.
Conhecido e admirado por todos, Soneca era muito sentimental, meigo, dócil e amigo, sempre pronto a ajudar o próximo, mas, quando as coisas não lhe corriam de feição ou discordava de algo, não perdia tempo e exibia a sua cara de “zangão”!
No seu dia-a-dia trabalhava arduamente e mantinha sempre a mesma rotina: acordava bem cedo, tomava um pequeno-almoço, no qual não faltava um copo cheio de leite, uma fatia de pão e uma peça de fruta fresca, que lhe garantiam energia para a longa caminhada a seguir.
Começava então por regar as flores e vegetais, colhia a fruta, ordenava as vaquinhas, dava de comer aos restantes animais… Enfim, já muito cansado e fazendo jus ao nome, contava os minutos, ansioso pela preciosa sesta, não fosse ele um dorminhoco.
Era então aqui eu mergulhava no seu pequeno Mundo Lá longe, no seu imaginário, em vez de agricultor, lutava cheio de bravura contra os “Bichos” que atormentavam e confundiam a sua fértil imaginação. Questionava-se e insistia em saber o porquê da existência destas criaturas, mas quanto mais próximo estava de descobrir, acordava e percebia que tudo não passara de um sonho.
Apesar de pouco esclarecido, Soneca voltava à sua rotina e sentia-se, sobretudo, um Duende Feliz!
Vitória, Vitória acabou-se a história!!
Desenho: MPSF (23 meses)
Texto: Mãe Joana
Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011
O Pato Vermelho

Era uma vez um pato vermelho. Sim, era vermelho e muito bonito! Chamava-se “Mais”. Estava a beber água pois tinha andado muito e estava cansado. Ele ia visitar “A Casa Encantada” e os meninos todos que lá estavam. Despediu-se da sua amiga girafa que estava ao lado dele, também a descansar e andou mais um bocado. Até que chegou… Todos estava à espera ansiosos!! Os meninos tinham que desenhar um pato e precisavam que ele viesse. Quando entrou naquela linda casa colorida, alegre e decorada com brinquedos ficou tão contente!! Os meninos vestiram então a bata, pegaram no pincel e nas tintas e começaram a pintar o pato Mais. Demoraram a tarde toda até que terminaram. Penduraram os desenhos nas paredes e foram despedir-se do pato. Ele viu-se então rodeado pelos meninos e achou que não conseguia despedir-se… Foi aí que chegou a ideia: ficar na Casa Encantada!! Todos adoraram a ideia e ficou então o pato Mais a viver naquela escolinha encantada!












